AVALIAÇÃO DE TERAPIAS FARMACOLÓGICAS EMERGENTES PARA DIABETES MELLITUS TIPO I
Resumo
Este estudo apresenta uma revisão sobre terapias farmacológicas emergentes para o diabetes mellitus tipo 1 (DM1), uma doença autoimune que destrói as células beta pancreáticas, resultando em dependência de insulina. O DM1 tem um impacto significativo na saúde pública, particularmente em países como o Brasil, onde o acesso a novas terapias pode ser limitado por barreiras econômicas e de infraestrutura. A pesquisa tem como objetivo avaliar a eficácia das terapias emergentes, como o Teplizumabe e o Lantidra, no controle glicêmico e na preservação das células beta, além de discutir a relação custo-benefício dessas opções em comparação com o tratamento convencional à base de insulina. As terapias emergentes, incluindo imunoterapias e terapias celulares, têm demonstrado potencial em retardar a progressão do DM1, melhorar o controle glicêmico e reduzir a dependência de insulina. No entanto, essas intervenções apresentam desafios, como o custo elevado e a necessidade de imunossupressão, o que restringe seu uso a certos contextos. As terapias atuais também incluem os análogos de insulina e abordagens para um manejo intensivo do diabetes, com melhorias no controle de episódios de hipoglicemia e na adesão ao tratamento, especialmente em adolescentes. Conclui-se que as terapias emergentes oferecem esperança para um tratamento mais eficaz e menos invasivo para o DM1, com o potencial de melhorar a qualidade de vida dos pacientes. No entanto, a implementação de políticas públicas que ampliem o acesso a esses tratamentos é crucial, e estudos adicionais são necessários para avaliar sua eficácia e custo-benefício a longo prazo.